best seller

ausencia

Em primeiro lugar, quero matar o tecniqueiro que desconfigurou toneladas de coisas em meu commuitador, e nao consigo agora recuperar sequer o teclado para escrever na lingua de Camoens.
Fora outras coisas que ficaram em conflito, pois o velhinho da informatica nao sabe a diferenca entre janelas e macan.

Em segundo lugar, perdi um mes de meu tempo sendo OBRIGADO a ler um livro mais chato do que a teoria de que a Terra e’ plana.
Nao vou comentar sobre ele, porque nao quero dar oportunidade a propaganda gratuita para aquele lixo de besta-sela.

Em terceiro, mudei de cidade, e ainda estou na fase de instalacao.
Falta muita coisa para ajeitar.
Inclusive encontrar um lugar que seja o “ninho”  de leitura.

Estou com Os Farsantes, de Graham Greene, mas o cansaco tem me vencido, quando aa noite tento retomar a leitura.

Voltarei nas proximas semanas, com um computador que me obedeca, e com selecao de novas leituras.

Obrigado.

 

A Amiga Genial

A Amiga Genial é o primeiro romance da série napolitana de Elena Ferrante (Biblioteca Azul, 2015, 332 p., R$ 19,00, tradução de Maurizio Santana Dias).

Narra a amizade de crianças e posteriormente adolescentes, na Nápoles do final dos anos 1950 e início dos anos 1960. Elena Greco, Lena, e Raffaella Cerullo, Lila, desenvolvem vidas que se cruzam na escola, na pobreza do bairro, nas relações com família e com professores. Uma eterna disputa entre qual é mais bonita, qual é mais inteligente, qual tem o melhor namorado, que Lena, a narradora, desenvolve com narrativa que prende a atenção.

Tece um retrato da pequena sociedade napolitana, em que os pais escondem dos filhos os anos vividos há pouco, da Guerra, com o fascismo, o comunismo, o dedo-durismo, a pobreza, a violência doméstica, a máfia dominando a cidade, a moral da época.

Comecei a leitura do livro achando-o ótimo, entusiasmado, mas à medida que as páginas foram se sucedendo e a idade dos personagens vai evoluindo, o livro torna-se enfadonho, com os problemas humanos e de relacionamento se repetindo, com aquele olhar “feminino” que estaciona em futilidades “jovens” e não alcança para algo mais profundo. A fase infantil das protagonistas é muito melhor.

Quando terminei a leitura, APESAR de ser um livro tão bem avaliado pela crítica dos jornais, decido que sou mais cricrítico e não darei continuidade à tetralogia.

Ah, e estou pouquíssimo preocupado com quem é na realidade Elena Ferrante. Pode ficar com o pseudônimo e os bisbilhoteiros que se preocupam com paparazzi e revistas de fofocas que façam suas descobertas. O livro aguçou meu mau humor. E dona Ferrante pode se casar com outros autores que escrevem pensando no lucro que obterão no próximo livro, como Conn Iggulden ou Rick Riordan.

Best-sellers odiados

Na conversa sobre fatos que gostaríamos de ter presenciado,
surgiu também a questão:

– Que best-seller você leu e se arrependeu?

As respostas imediatas foram:

  • 50 tons de cinza (E. L. James)
  • A Cabana (William P. Young)
  • O Código da Vinci (Dan Brown)
  • O Monge e O Executivo (James C. Hunter)
  • O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry)
  • O Perfume (Patrick Süskind)
  • O Segredo (Rhonda Byrne)

Da mesma forma, repassei a pergunta a meus contactos de internet, e obtive as seguintes respostas:

Li mais de uma vez o Pequeno Príncipe. É uma obra-prima, nada a ver com as porcarias dos best-sellers. O monge e o executivo me parece um ótimo livro, apesar de ter-se tornado best-seller. Os demais elencados me parecem indignos de constar na mesma lista.

Falou que é best-seller, fico longe.

Odiei de paixão: O Sol também se Levanta (Ernest Hemingway)

O Perfume me deixou com uma desagradável sensação de náusea e realmente não gostei nada. O Pequeno Príncipe já li, mas faz tantos anos que nem lembro mais. Na época gostei. Acho que há livros que devem ser lidos quando se é mais jovem, e que depois parecem idiotice.

É, A Cabana não consegui terminar de ler

Escapei de quase todos esses. Quase, porque li O Perfume pela metade.

O pequeno chatíssimo Príncipe“; o “Código” (da Vinci não merecia isso!); e o “Perfume“, que achei super idiota e nem terminei.

Meu marido levou 8 meses para conseguir ler O Código Da Vinci… …achou um saco. Foi presenteado por um médico colega dele da maçonaria!

A Cabana do Pai Tomás?

Dois best-sellers que adorei: O Nome da Rosa e O Pêndulo de Foucault, ambos de Umberto Eco.

50 tons de cinza.

Não foram exatamente best-sellers, mas alguns clássicos da literatura universal, dos quais me arrependo:

  • Moby Dick, Herman Melville – intragável
  • As Pupilas do Senhor ReitorJúlio Dinis – insuportável
  • Almas Mortas – Nikolai Gogol – desolador
  • Os 120 Dias de Sodoma – Marquês de Sade – revolucionário, porém excessivamente escatológico.

De minha parte, esclareço que odeio as obras do “dão marronzinho”, fui quem incluiu O Perfume na lista ao alto, não li os demais, e
devo incluir um clássico: Guerra e Paz, do bobalhão do Leão Tolstói – aquele sujeito que falava de religiosidade, mas era o exemplo pessoal de canalhice com a própria família.

Você quer contribuir com sua opinião a respeito de um livro que tenha se arrependido de ter lido?

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