90 Livros Clássicos para Apressadinhos

Em menos de uma hora li 90 livros clássicos.

O livro de ilustrações do sueco Henrik Lange (tradução de Ota, Galera Record, 2010, 190 p.), traz em apenas três quadrinhos o resumo de várias obras, algumas clássicas, e outras bem menos conhecidas do brasileiro médio.

  • Psicopata Americano, 1991, Bret Easton Eilis
  • Passagem para a Índia, 1924, E. M. Forster
  • A Praia, 1996, Alex Garland
  • O Sono Eterno, 1939, Raymond Chandler
  • Águas Negras, 1922, Joyce Carol Dates
  • Admirável Mundo Novo, 1932, Aldous Huxley
  • Ayla, a Afilha das Cavernas, 1980, Jean M. Axel
  • Cidade de Vidro, 1987, Paul Auster
  • Uma Confraria de Tolos, 1980, John Kennedy Toole
  • Morte de um Caixeiro-Viajante, 1949, Arthur Miller
  • Drácula, 1897, Bram Stoker
  • Fahrenheit 451, 1953, Ray Bradbury
  • Rambo, 1972, David Morrell
  • O Carnê Dourado, 1962, Doris Lessing
  • O Grande Gatsby, 1925, F. Scott Fitzgerald
  • As Viagens de Gulliver, 1726, Jonathan Swift
  • O Guia do Mochileiro das Galáxias, 1979, Douglas Adams
  • Cem Anos de Solidão, 1967, Gabriel García Márquez
  • Eu sou a Lenda, 1954, Richard Matheson
  • Em Busca do Tempo Perdido, 1927, Marcel Proust
  • Agência nº 1 de Mulheres Detetives, 1999, Alexandre McCall Smith
  • O Perfume, 1985, Patrick Susskind
  • O Cemitério, 1983, Stephen King
  • A Pianista, 1983, Elfried Jelinek
  • A Sombra do Vento, 2001, Carlos Ruiz Zafón
  • O Estrangeiro, 1943, Albert Camus
  • O Espião que veio do Frio, 1963, John le Carré
  • Pássaros Feridos, 1977, Collen McCullough
  • Os Três Mosqueteiros, 1844, Alexandre Dumas
  • O Sol é para Todos, 1960, Harper Lee
  • A Cabana do Pai Tomás, 1852, Harriet Beecher Stowe
  • O Código Da Vinci, 2003, Dan Brown
  • O Senhor dos Anéis, 1955, J. R. R. Tolkien
  • Coração das Trevas, 1899, Joseph Conrad
  • O Velho e o Mar, 1952, Ernest Hemingway
  • As Crônicas de Nárnia: o Leão, o Feiticeiro e o Guarda—Roupa, 1950, C. S. Lewis
  • O Senhor das Moscas, 1954, William Golding
  • A Guerra dos Mundos, 1898, H. G. Wells
  • 1984, 1949, George Orwell
  • Moby Dick, 1851, Herman Melville
  • O Processo , 1925, Franz Kafka
  • A Bíblia
  • Crime e Castigo, 1866, Fiódor Dostoiévski
  • Don Quixote de La Mancha, 1605, Miguel de Cervantes
  • Vinte Mil Léguas Submarinas, 1870, Júlio Verne
  • A Ilha do Tesouro, 1883, Robert Louis Stevenson
  • O Retrato de Dorian Gray, 1890, Oscar Wilde
  • As Aventuras de Tom Sawyer, 1876, Mark Twain
  • O Nome da Rosa, 1980, Umberto Eco
  • Morte em Veneza, 1912, Thomas Mann
  • Lolita, 1955, Vladimir Nabokov
  • Ardil 22, 1961, Joseph Heller
  • Odisséia, sec. VIII a.e.C., Homero
  • O Apelo da Selva, 1903, Jack London
  • Mistério na Neve, 1992, Peter Høeg
  • Era uma Vez em Watership Down, 1972, Richard Adams
  • A Vida de Pi, 2001, Yann Martel
  • Almoço Nu, 1959, William S. Burroughs
  • As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, 1865, Lewis Carroll
  • Náusea, 1958, Jean-Paul Sartre
  • Bola de Sebo, 1884, Guy de Maupassant
  • O Caso dos Dez Negrinhos, 1939, Agatha Christie
  • Laranja Mecânica, 1962, Anthony Burgess
  • O Corcunda de Notre-Dame, 1831, Victor Hugo
  • Três Garotos num Barco, 1889, Jerome K. Jerome
  • Ratos e Homens, 1937, John Steinbeck
  • On the Road, 1957, Jack Kerouac
  • O Mestre e Margarida, 1928, Mikhail, Bulgakov
  • O Apanhador no Campo de Centeio, 1951, J. D. Salinger
  • Ulisses, 1922, James Joyce
  • Nada de Novo no Front, 1929, Erich Maria Remarque
  • O Coração Denunciador, 1893, Edgar Allan Poe
  • O Submarino, 1973, Lothar-Günther Buchheim
  • Watchmen, 1987, Alan Moore
  • Um Estranho no Ninho, 1962, Ken Kesey
  • Thérèse Raquin, 1867, Émile Zola
  • Nosso Homem em Havana, 1958, Graham Greene
  • A Fantástica Fábrica de Chocolate, 1964, Roald Dahl
  • Romeu e Julieta, 1597, William Shakespeare
  • Frankenstein, 1818, Mary Shelley
  • Robison Crusoé, 1719, Daniel Defoe
  • O Cão dos Baskervilles, 1902, Arthur Connan Doyle
  • O Lobo da Estepe, 1928, Herman Hesse
  • Factótum, 1975, Charles Bukowski
  • Orgulho e Preconceito, 1815, Jane Austen
  • Os Nus e os Mortos, 1848, Norman Mailer
  • 2001: Uma Odisséia no Espaço, 1968, Arthur C. Clarke
  • Oliver Twist, 1839, Charles Dickens
  • Fome, 1890, Knut Hamsun
  • O Alquimista, 1988, Paulo Coelho.

A lista contempla muito mais livros em língua inglesa, alguns dos quais mais conhecidos pela adaptação ao cinema, do que uma verdadeira relação de livros clássicos. Lamentàvelmente, o único livro em língua portuguesa é apenas um best-seller.

Sem Goethe, nem Tolstói, Balzac, Marquês de Sade, Tchekhov, Sófocles, Cortázar, Hans Andersen, Ibsen, Eça de Queirós, ou até mesmo Saramago.

A forma de escrever dos quadros é bastante agradável, muito atualizada para o linguajar do final do século XX – início do XXI, apesar de, claro, não cobrir toda a trama dos livros.

A leitura pode ser útil, para reavivar livros já conhecidos ou para estimular o interesse por outros.

A composição das páginas, porém, é mais um dos famosos engodos editoriais de deixar muito espaço em branco, para aumentar o volume de páginas e aumentar o preço.

O tipo da letra, imitando os quadrinhos, em algumas vezes não é muito favorável ao leitor.

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