Wayne de Gotham

Batman sempre foi um super-herói de que gostei; talvez meu preferido. Arquimilionário, sem super-poderes (apenas a refinada “trecnologia“), e com um mordomo que resolve todos os problemas. Criado em 1939, por Bill Finger e Bob Kane, Batman é muito melhor do que aqueles outros super-heróis, em geral de classe média, cheios de mutações e também de fraquezas.

Wayne de Gotham, de Tracy Hickman (Leya – Casa da Palavra, 2013, tradução de Edmundo Barreiros, 270 p., R$ 15,00) é um livro que conta a história de Batman de outro modo: a oscilação entre a vida atual e o passado, das décadas de 1950/60, com o “império” multinacional de “beneficência” no submundo da pesquisas genéticas, de alterações de comportamento, agências secretas, e a tal “luta contra o crime”, que o avô e o pai de Bruce Wayne tinham fundado em Gotham City.

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A escrita prende a atenção do leitor, a ligeiras mudanças de parágrafos dão a nítida visão do que seriam cenas de ação nos filmes.
Não é, contudo, algo que conseguirá superar a inabalável versão de humor do seriado Batman e Robin, protagonizada por Adam West e Burt Ward, sem dúvida melhor do que qualquer filme sombrio (gótico) sobre o homem-morcego.

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