Associação Judaica de Polícia

Associação Judaica de Polícia, de Michael Chaban (Companhia das Letras, 2009, 472 p., tradução de Luiz A. de Araújo, revisão técnica de George Schlesinger) é um livro que já tentei ler algumas vezes.

Não adianta, não consigo chegar à centésima página.

O texto é chaterrésimo, parece que está sempre começando. Nada se desenrola. Fica sempre nas preliminares.

Hoje este livro sairá da estante e irá – literalmente – para uma lixeira em uma parada de ônibus aqui perto do apartamento.

Até já tentei vendê-lo em um sebo, mas não aceitaram. Disseram que já tem o suficiente desse livro “tão celebrado”.

Prova contumaz de que comentários de “jornalistas especializados” do The Guardian, Associated Press, International Herald Tribune e Esquire nunca devem ser levados em consideração quando se pretende algo parecido com literatura, e não apenas com o ego inflado de “intelectuais”, que pretendem ser engraçadinhos.

Ah, o livro se passa em um hipotético país judeu instalado no Alasca, de língua iídiche, depois de o território israelita ter sido inteiramente ocupado pelos vizinhos árabes.
Zero à esquerda é pouco. Aliás, parece que depois do primeiro zero houve uma vírgula, de tão ruim.

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