Rimas da Vida e da Morte

Rimas da Vida e da Morte, de Amós Oz (Companhia das Letras, 2008, 118 p., tradução de Paulo Geiger) é um livro de um autor de quem gosto muito, mas que especìficamente não gostei DESTE.

A idéia é muito interessante: um escritor de meia-idade dá uma palestra, e sua mente vagueia enquanto olha as pessoas que estão a seu redor.
Dá-lhes nomes e cria-lhes histórias de vida.
Ótimo.

As histórias porém são meio fracas, repetitivas, esgotam-se, e o autor insistiu em mantê-las na metade final do livro.
Esperava MUITO mais.

Amós Oz, porém, tem de ser relevado, tantas são suas outras boas obras.

 

 

 

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