O Prisioneiro de Zenda

The Prisoner of Zenda (Anthony Hope, HUB Editorial, 2014, 112 p., R$ 31,00) é uma versão abreviada, para estudantes de inglês (nível “upper intermediate”) do romance capa-e-espada que já motivou diversas versões no cinema.

Um inglês viaja a um reino fictício na Europa Central, na década de 1870, e é sósia do novo rei, que será coroado, mas que é antes seqüestrado pelo irmão, o duque de Strelsau, sendo mantido prisioneiro no castelo de Zenda, no interior do pequeno país.
Cabe ao sósia tomar o lugar do verdadeiro rei, enquanto pessoas próximas montam planos para a libertação do prisioneiro.

São nove pequenos capítulos, com bastante ação de intrigas e várias lutas com armas de fogo ou espadas.

O sósia apaixona-se pela noiva do rei, é reciprocado, mas tudo se conclui com a morte do duque, a libertação e reassunção do verdadeiro rei, e o inglês retorna a sua vida normal – sem a princesa/rainha.

Situado em fase de pequenos romances de ação, o livro mantém o interesse do leitor (ou do cinespectador) como entretenimento.

 

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