Viagem ao Centro da Terra

Arrastei-me para ler Viagem ao Centro da Terra (L&PM Pocket, tradução de Renata Cordeiro, reimpressão de 2015, 239 p.), escrito em 1864/1867 por Jules Verne (ou Júlio, já abrasileirado).

Não que esse ícone da ficção científica seja ruim em termos de idéia, mas seus 45 curtos capítulos (parece um folhetim) não conseguiram gerar grande expectativa.

Resumos do livro podem ser encontrados abundantemente em toda a internet, inclusive versões em pdf. Por isso não vou me estender sobre esse aspecto.

Reconheço o trabalho de pesquisa científica que o autor teve, para discorrer sobre mineralogia e paleontologia ao longo de todo o livro, com todas as falhas comuns nessas ciências há 200 anos.  Essa pequena novela narrada pelo personagem Axel, porém, torna-se pouco a pouco enfadonha. Deve ainda ser acrescentado a isso a “ajuda da providência”, nada científica, de que abusa o autor em algumas passagens. Realmente um “ótimo roteiro” para filme classe B ou para telenovela.

Senhor revisor: o nome da menina virlandesa (Vierland, um distrito do sudeste de Hamburgo) é GraÜben, e não GrÄuben, como aparece em algumas páginas na segunda metade do livro. A pronúncia dessas duas formas de escrita é diferente.

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3 comentários

    1. Esqueci de comentar que dos livros mais conhecidos de J Verne este é o único que ainda não se tornou realidade, ao contrário de A Volta ao Mundo, Viagem à Lua, e 20000 léguas submarinas.

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