Livros que li e que por alguma razão deixei de incluir no blog

Há muitos livros que li, e que por alguma razão deixei de incluir no blog.

Alguns porque eu os li há muito tempo, muitas vezes por obrigação de leitura escolar (do ginásio à faculdade), outros que li por conta do trabalho, e vários porque nem sei quando os li. No caso dos de leitura mais recente, a internet nem sempre deve ter colaborado.
Só que alguns desses livros mereceriam menção.
Como é impossível recordar todos eles, decidi fazer apenas uma pequena menção aos 41 livros que fazem parte da coleção Grandes Escritores da Atualidade, que a Editora DeAgostini publicou em 2003 e 2004, vendidos em bancas de revistas por R$ 16,90.
O primeiro deles é o excelente Abril Despedaçado, do albanês Ismail Kadaré, livro que na verdade já tinha lido anteriormente, em edição da grife dos livros caros. A história da obrigatória vingança entre famílias, até o desfecho esperado, tal como uma morte anunciada.

Outro é o delicioso Onde andará Dulce Veiga?, de Caio Fernando Abreu, que narra a história de uma antiga cantora famosa de rádio.

Também brasileiro é o romance policial Informações sobre a Vítima, de Joaquim Nogueira.

Também brasileiro e também romance policial é A Grande Arte, de Rubem Fonseca, que tive o prazer de ler na primeira metade da década de 1980.

Para concluir o trio de romances policiais brasileiros cito Bellini e a Esfinge, do músico e escritor Tony Bellotto muito bem montado em termos de trama.

Por alguma razão deixei de comentar Coelho corre, de John Updike. Talvez o coelho tenha fugido de minha memória. Um livro que não me deixou qualquer marca na memória.
Tentei certa vez ler As Bruxas de Eastwick, desse renomado autor, mas não consegui passar das trinta primeiras páginas.

Outro livro de autor americano: A Trilogia em Nova York, de Paul Auster, uma obra muito oscilante. Trechos muito ruins e outros bons. Deve ter sido por isso que nem cheguei a fazer comentários a respeito dessa obra.

Diferente disso foi O Buda de Subúrbio, do anglo-paquistanês Hanif Kureishi, um livro que me agradou e que relerei daqui a algum tempo.

Achei petulante Se um viajante numa noite de inverno, de Ítalo Calvino. O tipo de livro que quer demonstrar que o autor é inteligente, e que seus leitores também o são.

Concluí, dessa forma, que ainda me restam doze livros da coleção, para eu ler. Sem contar aqueles que não quis terminar e outros que quero reler em outra ocasião.

4 comentários

  1. Bom dia !

    Não consigo abrir “ saiba mais e nem comentários”: dá página não encontrada.

    Agora estou lendo 1889

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