Voragem (e P.S.)

Li nos últimos dias um livro escrito em 1928, do escritor japonês Junichiro Tanizaki (Voragem, Planeta deAgostini, 2003, 240 p., R$ 16,90).

O título em inglês do livro é Quicksand (areia movediça), e o original japonês é Manji, o símbolo da suástica budista.

O romance, de leitura ágil, conta com um excelente trabalho de tradução de Leiko Gotoda, que também esclarece ao leitor brasileiro informações e conceitos do Japão da primeira metade do século XX.

Narra um triângulo (quadrilatéro ?) amoroso entre duas jovens mulheres japonesas, o marido de uma e o noivo de outra.

O livro é cheio de erotismo, em linguagem que não apela a menções explícitas a atos sexuais, bem diferente de obras de autores brasileiros ou de língua espanhola, como Vargas Llosa e Mário Prata, que beiram a pornografia dos frustrados por vida sexual insatisfatória.

Com Voragem, descobri que nada tenho contra livros de teor erótico; do que não gosto é dessa literatura sexual que mencionei acima.

P.S. O livro no final cria uma dúvida: quem traiu quem? Quem manipulou os outros?

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