Os Cadernos de Don Rigoberto

Os Cadernos de Don Rigoberto, escrito por Mario Vargas Llosa em 1997, (Editora Planeta DeAgostini, 2004, 310 p., R$ 16,90), é o segundo livro do autor que tive a oportunidade de ler.

Personagens e trama referem-se ao Elogio da Madrasta, escrito em 1988. Don Rigoberto, o filho Fanchito, a segunda mulher Lucrécia e a empregada Justita. O menino tenta reconciliar o casal que vive separado, e o livro intermedeia isso com fantasias sexuais do casal, cartas anônimas e a obsessão de Fanchito pelo pintor austríaco Egon Schiele. O livro se arrasta por trezentas páginas, que levei três semanas para conseguir concluir – assim mesmo com o recurso de pular parágrafos ou páginas inteiras que eram recheados de tédio. Tal como em Travesuras de la niña mala, é lógico que há os tarados de plantão que devem ter apreciado essas passagens pseudo-eróticas que deixei de lado.

Em suma, não pretendo mais ler qualquer outra obra do escritor e político peruano. Mais um autor cuja premiação ao Nobel deveu-se mais por relação com suas amizades e atividades políticas do que por conta da qualidade de sua obra. Bem, mas quem ainda pode acreditar que, desde o início da Guerra Fria, exista mérito na concessão do Nobel de Literatura ou ou o da Paz?

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